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15.8.12

Castelo Viegas

pedroflaviano
Couve de Castelo Viegas
A Junta de Freguesia e a Confraria da Couve de Castelo Viegas, duas grandes paixões de Carlos Ferreira, dinâmico Presidente da Junta, voltaram agora à distribuição das famosas couves daquela localidade, destinada a instituições de solidariedade social.
Num terreno entregue por um particular, em regime de comodato, a Junta de Freguesia promove a criação desta couve, de características singulares, baixa, corpulenta e de sabor adocicado, única na nossa região, cujo destino é ajudar aqueles que representam o elo mais fraco da nossa sociedade. 
Para este acto, foram identificadas e convidadas 15 instituições e somente 6 se apresentaram. Foram elas: Ateneu de Coimbra, Cozinha Económica, Celium, IPSS's de Adémia, Antanhol e Assafarge. Daqui até ao Natal serão feitas diversas entregas, dentro do mesmo espírito solidário.
A criação da couve, na horta comunitária desta freguesia, obedece já a uma rotina que permite a repetição dos ciclos, desde a sementeira, passando pela plantação, até à colheita, de forma mais rápida do que é normal. Foi aperfeiçoado o processo, com a criação de infraestruturas que o permitem.
Mais 3.000 couves foram agora plantadas. Estarão preparadas para distribuir a partir do próximo dia 13 de Outubro, data do 1.º Capítulo da Confraria da Couve de Castelo Viegas. 
Bem hajam os mentores desta iniciativa!

7.2.12

Ateneu de Coimbra

Photobucket 
Toda a arte, toda a cultura, não esqueçamos, requer um esforço de quem a aborda. Fazer obra de Cultura Popular consiste não em evitar esse esforço, mas sim em criar as condições necessárias para que tal esforço frutifique na aquisição de conhecimentos, no exercitar da inteligência, no apuramento da sensibilidade, na formação do carácter.
(João José Cochofel - sócio fundador)

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O Ateneu de Coimbra, Colectividade de Cultura e Recreio, foi fundada em 1 de Dezembro de 1940, por um grupo de pessoas - Operários, Comerciantes e Industriais da área da Sé Velha, da velha, "Alta", a que se juntaram jovens estudantes, num período particularmente difícil, em plena Guerra Mundial. Para além das dificuldades que resultaram da dureza do regime de Salazar, havia que enfrentar outras de índole económica e social, racionamento e fome, jornais e revistas censuradas, actividades colectivas vigiadas. A guerra impôs ao jovem Ateneu tarefa importante de índole social: a distribuição de géneros alimentícios de primeira necessidade pelos moradores mais carenciados.
Através do teatro começou o Ateneu a levar a sua mensagem cultural a outras colectividades e regiões circunvizinhas.
Em 1942 o Ateneu mudou para a actual sede, na Rua do Cabido. Com a mudança, a actividade que se propunha levar a efeito incrementou-se e ganhou novas vertentes. Criou uma biblioteca, hoje com cerca de cinco mil volumes e com ela organizou "Horas de Leitura" e "Jornais de Parede", formas directas de dar a conhecer obras e autores. Jovens professores e estudantes colaboraram no ensino, dando explicações de línguas e outras matérias a jovens trabalhadores.
Os sócios do Ateneu e em geral a população de Coimbra aproveitaram bem as iniciativas que levaram à redescoberta de Conimbriga, Penacova e Montemor, estas por via fluvial, Museu Machado de Castro, Buçaco, etc., sob a orientação de ilustres figuras do meio cultural.
Em 1964 o Ateneu de Coimbra organizou o Festival de Teatro Amador com a participação não só do TAC (Teatro do Ateneu de Coimbra) mas também com três grupos de fora de Coimbra e dois de estudantes: TEUC e CITAC. Com ele marcava-se um ciclo que se reforçava: perfeito entendimento e colaboração entre estudantes e não estudantes em temas culturais e que viriam a repercutir-se noutras acções e actividades futuras.
Concretizando em 1977 a sua vocação de solidariedade social, foi fundado no Ateneu de Coimbra um Centro de Apoio à Terceira idade.
Palestras, Colóquios, Espectáculos de Teatro e Música, Variedades, Exposições de Fotografia, Pintura e Escultura, Visitas e Passeios Culturais, Fantoches, Cinema, Vídeo, Fotografia, Xadrez e Damas, Futebol de Salão, Ténis de Mesa, Pesca e Campismo, Jogos Tradicionais, Atletismo Apoio Domiciliário, Centro de Dia, tudo isto se enquadra nos objectivos do Ateneu de Coimbra: a cultura, a convivência e a solidariedade.
Foram muitos os que, em épocas diferentes, nos encorajaram a prosseguir. Sentimos bem o calor do apoio de grandes nomes, como Professor Agostinho da Silva (Prof. Universitário, Filósofo), Professor Alfredo Martins (Fred), (Prof. Universitário, Escritor), Alves Redol (Escritor), António Arnaut (Advogado e Ex-Ministro da Saúde), António Pedro (Teatrólogo e Pintor), Armando de Castro (Escritor), Aureliano Lima (Escultor), Carlos Avilez (Encenador e Director de Programas da RTP), Correia da Fonseca (Escritor), Deniz Jacinto (Escritor), Francisco Fanhais (Poeta, Cantor), Helena Felix (Actriz), Ilse Losa (Escritora e Poeta), João Cochofel (Poeta), Joaquim Namorado (Prof. Universitário, Escritor e Poeta), José Afonso (Zeca) (Poeta, Trovador), José Esteves (Técnico Desportivo), Prof. José O. Barata (Prof. Universitário), Prof. Luis Albuquerque (Prof. Universitário, Escritor, Historiador), Luisa M. Martins (Encenadora), Lousã Henriques (Médico Psiquiatra, Estudioso do Folclore e do Traje), Manuel Freire (Trovador), Manuel Sérgio (Prof. Universitário, Filósofo), Mário Barradas (Encenador), Mário Sacramento (Escritor), Mário Silva (Pintor), Mário Zambujal (Escritor, Cronista desportivo), Padre Nogueira Gonçalves (Historiador), Prof. Orlando de Carvalho (Prof. Universitário), Professor Óscar Lopes (Prof. Universitário), Professor Paulo Quintela (Prof. Universitário, Teatrólogo), Sttau Monteiro (Escritor), Vitor Sá (Historiador).
Numa época em que o associativismo atravessa crise profunda, o Ateneu de Coimbra mostra ainda, com a sua actividade, a importância e riqueza das Associações de Cultura e Recreio.
(Ateneu de Coimbra)

17.6.11

Causas



Vamos lá, senhores de política, dediquem também alguma atenção ao elo mais fraco da nossa sociedade. Foram eles, os decisores políticos de há 30 anos, os responsáveis por esta situação, por não terem agido no momento próprio.