Francisco Martins
20.3.13
17.3.13
16.2.13
14.2.13
Ser Poeta

Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!
Florbela Espanca
31.1.13
Anos Setenta
Canção do Trovador
Autores: Manuel Alegre e António Portugal
Canta: António Bernardino
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Legenda
O Povo da Cidade
No afã do dia-a-dia.
Uma canção, uma trova
Uma verdade
E o sorriso de esperança
Que irradia e se renova
Num rosto imaculado
De criança
(pm)
28.1.13
24.1.13
23.1.13
Outonal
"Outonal", de autoria de Jorge Tuna
Interpretação:
Jorge Tuna (em guitarra) e Durval Moreirinhas (em viola)
Em "...de Coimbra, a guitarra, o canto e a poesia"
São Jorge - Lisboa - 8 de Março de 2012
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