26.9.14
25.9.14
Abílio Soares
O Abílio Soares deixou-nos há um ano. Era o Associado n.º 2 da APRe! e membro da Mesa da Assembleia Geral da nossa Associação.
Abílio Soares foi um daqueles que no dia 22 de Outubro de 2012 se encontraram em Coimbra para dar corpo à criação do Movimento Cívico que deu origem à APRe!.
Integrou a Comissão Instaladora, pertenceu ao grupo responsável pela redacção dos Estatutos e dedicou-se com entusiasmo e competência à nobre missão de criar e dirigir este corpo organizado de cidadãos que se empenha na defesa dos direitos dos aposentados, pensionistas e reformados.
Recordamo-lo hoje com saudade.
Rosário Gama
17.9.14
O Beijo
O BEIJO
Música: Ruy Coelho (1892-1986)
Letra: Afonso Lopes Vieira (1878-1946)
Canta: António Menano
À minha amada, na praia
1917
À minha amada, na praia
Dei um beijo, a sós e a medo;
Mas a onda que desmaia
Foi contar o meu segredo.
E às outras logo contando
O beijo que me viu dar,
Foi de onda em onda passando
O meu segredo, a cantar.
Treme ansioso o teu seio,
E eu, pálido de temor:
Que todo o mar anda cheio
Daquele beijo de amor!
7.9.14
Vira de Coimbra
Vira de Coimbra
Grupo de Cordas e Cantares de Coimbra
Não dura mais que uma hora
Só o meu é tão velhinho
Inda se não foi embora
Adeus areal do rio
Adeus pedras de lavar
Adeus sombras dos salgueiros
Onde eu ia namorar
Fui encher a bilha e trago-a
Vazia como a levei
Mondego que é da tua água
Que é dos prantos que eu chorei
O vira assim bem cantado
Só tu o sabes cantar
Cachopa dá outra volta
Para o vira terminar
28.8.14
Adeus Minho Encantador
Música: Paulo de Sá
Canta: José Damião Silva
E se eu nunca mais voltar
Que importa o mundo girar
Se trago a esperança perdida
Adeus Minho encantador
Onde vive o meu amor
Tão sozinho abandonado
Adeus Minho encantador
Onde vive o meu amor
Tão sozinho abandonado
Eu hei-de voltar um dia
À Senhora da Agonia
Há-de ser nosso noivado
E se eu nunca mais voltar
Deixa meus olhos chorar
Num adeus de despedida
Passo a vida a soluçar
Que importa o mundo girar
Se trago a esperança perdida
Onde vive o meu amor
Tão sozinho abandonado
Eu hei-de voltar um dia
À Senhora da Agonia
Há-de ser nosso noivado
E se eu nunca mais voltar
Deixa meus olhos chorar
Num adeus de despedida
Passo a vida a soluçar
Que importa o mundo girar
Se trago a esperança perdida
E se eu nunca mais voltar
Que importa o mundo girar
Se trago a esperança perdida
Adeus Minho encantador
Onde vive o meu amor
Tão sozinho abandonado
25.8.14
Rainha Santa
(Popular)
Tema de homenagem à Rainha Santa Isabel
Canta: Sérgio da Fonseca
Guitarra Portuguesa - Carlos Jesus
Guitarra Clássica - Paulo Larguesa e Arnaldo Tomás
Arranjos - António Jesus
Canta: Sérgio da Fonseca
Guitarra Portuguesa - Carlos Jesus
Guitarra Clássica - Paulo Larguesa e Arnaldo Tomás
Arranjos - António Jesus
Serenatas em Coimbra
São amorosos descantes
São amorosos descantes
É aqui que o fado timbra
Na boca dos estudantes
Quando não se ouvem cantar
No Mondego os seus doutores
Dona Inês põe-se a chorar
Lá na Fonte dos Amores
Quando a estudantada canta
Baladas sentimentais
Dizem que a Rainha Santa
Vem escutar junto aos
vitrais
Serenatas em Coimbra
Da velha Universidade
Há saudades que ficaram
No Penedo da Saudade
Depois de Queima das Fitas
Coimbra não tem sossego
Choram tricanas bonitas
Junto às margens do
Mondego
22.8.14
Balada do Fim do Ano
A cabra quando badala
Tem um ar de desengano
Parece que diz à gente
Cautela com o fim do ano
A cabra, sino de esperança
Toca no alto da Torre
Parece que diz à gente
A juventude não morre
Adriano Correia de Oliveira
14.8.14
Fonte do Castanheiro
Beijos
quentes, desejados
Lavados na
tua água
São ecos,
ventos passados
Saudades de
minha mágoa
Lembro
aquela mocidade
De gente sem horizonte
Que regava
a liberdade
Das águas
da tua fonte
PM
Subscrever:
Mensagens (Atom)


