24.2.12

Memória

“Conversando sobre…” é o ponto de partida para a realização de várias tertúlias que a Académica se encontra a organizar e que têm como principal objectivo recordar figuras ímpares da História da Briosa. Com a coordenação do Vice-Presidente da Académica, Gonçalo dos Reis Torgal, a Briosa pretende invocar grandes nomes da sua História, isto num ano que fica marcado pelo regresso do clube de Coimbra à Final da Taça de Portugal.

“Glórias do passado, certezas do presente, garantias de futuro” é o mote para as conversas que vão decorrer na Academia Dolce Vita, espaço carregado de simbolismo que se torna no local perfeito para se conversar sobre a Académica.
A primeira desta série de tertúlias será realizada no próximo dia 1 de Março, pelas 21:00, onde se vai “Conversar sobre…” dois antigos jogadores da Académica, Dr. Rui Cunha e Dr. Alberto Luís Gomes.
O Vice-Presidente da Briosa, Gonçalo dos Reis Torgal, irá moderar a tertúlia que tem como convidados o Nito - Carlos Alberto Gomes (filho do Dr. Alberto Luís Gomes), prof. Carlos Alberto Cerqueira, o capitão de equipa Orlando e o treinador da equipa de iniciados da Académica, Mário Serpa.
(Cavalo Selvagem)

23.2.12

Zeca Afonso


Menino do Bairro Negro
Recordando Zeca Afonso na passagem do 25.º aniversário da sua morte.

17.2.12

Romagem à Lapa


Alma de Coimbra

Coimbra Terra de encantos, fundo mistério é o teu
Chega e ter saudades dela quem nela nunca viveu.

O Alma de Coimbra é um coro masculino, constituído em 2006. As suas apresentações incluem a actuação de um grupo de guitarras e de fados de Coimbra. Executa temas de poetas e intérpretes de Língua portuguesa, harmonizados pelo maestro, Prof. Augusto Mesquita, para coro, solistas e instrumentos.

14.2.12

Coimbra Mais

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Edite Figueiras e Requixa Ferreira
Um fluxómetro a laser, criado por investigadores da Universidade de Coimbra para fazer o diagnóstico da diabetes e outras doenças, ganhou o "Best Student Paper Award” na Conferência Internacional Bioinformatics 2012.
O protótipo desenvolvido por Edite Figueiras no Centro de Instrumentação da Universidade de Coimbra distingue-se por medir com rigor os fluxos registados nos vasos sanguíneos mais pequenos, que por norma são os mais difíceis de medir.
Para fazer as medições, o fluxómetro recorre a fibra óptica que envia feixes de laser para uma parte do corpo humano em análise, permitindo obter informação resultante da interacção com os glóbulos vermelhos. Com este processo, o fluxómetro a laser fica apto a medir a circulação do sangue, mesmo nas camadas mais profundas da pele.
«Considerando que diferentes doenças afectam, de modo diferente, as várias camadas microcirculatórias, ao medirmos o fluxo sanguíneo presente em cada uma delas, estamos a dar um contributo muito importante para o auxílio dos médicos no diagnóstico e na terapêutica de várias doenças, especialmente na diabetes», disse Edite Figueiras, investigadora que desenvolveu o protótipo do fluxómetro a laser durante o doutoramento em Engenharia Biomédica.

12.2.12

União de Coimbra

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ALMOÇO COMEMORATIVO DO 18.º ANIVERSÁRIO DO NÚCLEO DE VETERANOS
E DE HOMENAGEM À EQUIPA DE FUTEBOL SÉNIOR DA ÉPOCA DE 1971/72
Campeã Nacional da 2.ª Divisão e subida à 1.ª Divisão Nacional
***
Iniciativa do Núcleo de Veteranos do Clube Futebol União de Coimbra
LOCAL - PESO CERTO (Retail Park - Taveiro)
DATA - 2012.03.03
HORA - 13h30
***
Inscrições livres a Sócios e Simpatizantes até 2012.02.25, para:
fernandoregencio@gmail.com
Telem. 965267471 (Regêncio)
Telem. 964896950 (Cândido)

7.2.12

Ateneu de Coimbra

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Toda a arte, toda a cultura, não esqueçamos, requer um esforço de quem a aborda. Fazer obra de Cultura Popular consiste não em evitar esse esforço, mas sim em criar as condições necessárias para que tal esforço frutifique na aquisição de conhecimentos, no exercitar da inteligência, no apuramento da sensibilidade, na formação do carácter.
(João José Cochofel - sócio fundador)

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O Ateneu de Coimbra, Colectividade de Cultura e Recreio, foi fundada em 1 de Dezembro de 1940, por um grupo de pessoas - Operários, Comerciantes e Industriais da área da Sé Velha, da velha, "Alta", a que se juntaram jovens estudantes, num período particularmente difícil, em plena Guerra Mundial. Para além das dificuldades que resultaram da dureza do regime de Salazar, havia que enfrentar outras de índole económica e social, racionamento e fome, jornais e revistas censuradas, actividades colectivas vigiadas. A guerra impôs ao jovem Ateneu tarefa importante de índole social: a distribuição de géneros alimentícios de primeira necessidade pelos moradores mais carenciados.
Através do teatro começou o Ateneu a levar a sua mensagem cultural a outras colectividades e regiões circunvizinhas.
Em 1942 o Ateneu mudou para a actual sede, na Rua do Cabido. Com a mudança, a actividade que se propunha levar a efeito incrementou-se e ganhou novas vertentes. Criou uma biblioteca, hoje com cerca de cinco mil volumes e com ela organizou "Horas de Leitura" e "Jornais de Parede", formas directas de dar a conhecer obras e autores. Jovens professores e estudantes colaboraram no ensino, dando explicações de línguas e outras matérias a jovens trabalhadores.
Os sócios do Ateneu e em geral a população de Coimbra aproveitaram bem as iniciativas que levaram à redescoberta de Conimbriga, Penacova e Montemor, estas por via fluvial, Museu Machado de Castro, Buçaco, etc., sob a orientação de ilustres figuras do meio cultural.
Em 1964 o Ateneu de Coimbra organizou o Festival de Teatro Amador com a participação não só do TAC (Teatro do Ateneu de Coimbra) mas também com três grupos de fora de Coimbra e dois de estudantes: TEUC e CITAC. Com ele marcava-se um ciclo que se reforçava: perfeito entendimento e colaboração entre estudantes e não estudantes em temas culturais e que viriam a repercutir-se noutras acções e actividades futuras.
Concretizando em 1977 a sua vocação de solidariedade social, foi fundado no Ateneu de Coimbra um Centro de Apoio à Terceira idade.
Palestras, Colóquios, Espectáculos de Teatro e Música, Variedades, Exposições de Fotografia, Pintura e Escultura, Visitas e Passeios Culturais, Fantoches, Cinema, Vídeo, Fotografia, Xadrez e Damas, Futebol de Salão, Ténis de Mesa, Pesca e Campismo, Jogos Tradicionais, Atletismo Apoio Domiciliário, Centro de Dia, tudo isto se enquadra nos objectivos do Ateneu de Coimbra: a cultura, a convivência e a solidariedade.
Foram muitos os que, em épocas diferentes, nos encorajaram a prosseguir. Sentimos bem o calor do apoio de grandes nomes, como Professor Agostinho da Silva (Prof. Universitário, Filósofo), Professor Alfredo Martins (Fred), (Prof. Universitário, Escritor), Alves Redol (Escritor), António Arnaut (Advogado e Ex-Ministro da Saúde), António Pedro (Teatrólogo e Pintor), Armando de Castro (Escritor), Aureliano Lima (Escultor), Carlos Avilez (Encenador e Director de Programas da RTP), Correia da Fonseca (Escritor), Deniz Jacinto (Escritor), Francisco Fanhais (Poeta, Cantor), Helena Felix (Actriz), Ilse Losa (Escritora e Poeta), João Cochofel (Poeta), Joaquim Namorado (Prof. Universitário, Escritor e Poeta), José Afonso (Zeca) (Poeta, Trovador), José Esteves (Técnico Desportivo), Prof. José O. Barata (Prof. Universitário), Prof. Luis Albuquerque (Prof. Universitário, Escritor, Historiador), Luisa M. Martins (Encenadora), Lousã Henriques (Médico Psiquiatra, Estudioso do Folclore e do Traje), Manuel Freire (Trovador), Manuel Sérgio (Prof. Universitário, Filósofo), Mário Barradas (Encenador), Mário Sacramento (Escritor), Mário Silva (Pintor), Mário Zambujal (Escritor, Cronista desportivo), Padre Nogueira Gonçalves (Historiador), Prof. Orlando de Carvalho (Prof. Universitário), Professor Óscar Lopes (Prof. Universitário), Professor Paulo Quintela (Prof. Universitário, Teatrólogo), Sttau Monteiro (Escritor), Vitor Sá (Historiador).
Numa época em que o associativismo atravessa crise profunda, o Ateneu de Coimbra mostra ainda, com a sua actividade, a importância e riqueza das Associações de Cultura e Recreio.
(Ateneu de Coimbra)

1.2.12

Coimbra à Noite


Poesia, Música e Sonho
O casario da Alta, a Universidade e a sua Torre, a Sé Velha, o Quebra Costas, o Arco de Almedina, a Porta de Barbacã, a Baixinha, a Praça Velha, a Portagem, as Pontes que abraçam o Mondego e esta balada do António Vicente cantada pelo Rui Lucas, são imagens impressivas da nossa cidade.